Os trabalhadores telefônicos que atuam na cidade de Uruguaiana já estão sendo vacinados. A iniciativa, da Prefeitura Municipal/Secretaria da Saúde, está em consonância com o que o SINTTEL-RS vem defendendo desde o início da vacinação, que é de vacinar rapidamente principalmente os trabalhadores que atuam em serviços essenciais, como é o caso da categoria.

Segundo Jorge Trindade, Diretor Responsável pela Delegacia do Sindicato na região, foram vacinados os trabalhadores a Serede, da Oi e dos provedores, bastando, para isso, apresentar a Carteira Profissional (CTPS) ou contra-cheque, identidade e cartão do SUS.

O Sindicato saúda a iniciativa da Prefeitura e reitera sua expectativa de que o exemplo de Uruguaiana seja seguido em outras cidadea. Desde o início do processo de vacinação, a entidade vem defendendo que os telefônicos deveriam estar entre os trabalhadores como categoria prioritária para vacinação, não só porque foram definidos como serviços essenciais, mas, principalmente, pela natureza de suas funções. São trabalhadores que estão nas ruas diariamente, muitas vezes entrando nas casas e, portanto, expostos ao vírus ou até mesmo podendo contaminar seus familiares e outras pessoas.

Vacina já para todos!

Assessoria de Comunicação

18/06/2021 11:24:05

Na quarta-feira (16), o SINTTEL-RS, com muita honra, entregou um exemplar do livro “A HISTÓRIA DO SINDICATO DOS TELEFÔNICOS DO RIO GRANDE DO SUL 1939 - 2019" para a aposentada, Bernadete, carinhosamente chamada de “Berna” pelos colegas. Oriunda da CRT, ela trabalhou até se aposentar, como telefonista no Sindicato, dedicando sua atenção diariamente a toda a categoria.

Gradativamente, os livros vêm sendo entregues aos trabalhadores da ativa e aposentados e a diversas entidades que estiveram junto com o SINTTEL-RS em sua trajetória. 

A iniciativa é uma forma de proporcionar aos trabalhadores e aposentados que fazem ou fizeram parte da caminhada do Sindicato.

Os exemplares estão disponíveis nas delegacias do interior do Estado e na sede, em Porto Alegre, para quem tiver interesse em ter um exemplar.

Assessoria de Comunicação

18/06/2021 10:21:51

As centrais sindicais (CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB, CSP-Conlutas, Intersindical, CGTB e Pública) estão convocando os trabalhadores para retomarem às ruas, novamente, no dia 19 de junho. Antecedendo a data, no dia 18 de junho, a proposta é de fazer atos nos locais de trabalho e terminais de transporte público e chamara a população, respeitando os protocolos de saúde, para as atividades do dia 19 de junho.

Inclusive o SINTTEL-RS participou, dia 9 de junho, de reunião da Frente Brasil Popular/RS, que tratou exatamente da organização da atividade.

Em PORTO ALEGRE, a concentração será às 15h, no Largo da Prefeitura, centro da Capital.

Em nota, as centrais esclarecem que “serão feitas assembleias, atos, panfletagens e paralisações pontuais, sob total respeito a todos os protocolos sanitários para evitar propagação do Coronavírus”.

Para as entidades, a crise econômica, sanitária, política e social sem precedentes na história do Brasil, exige a mobilização dos trabalhadores e as trabalhadoras, a partir de seus locais de trabalho. As manifestações são:

- Em defesa do auxílio emergencial de R$ 600,00;

- Contra a fome;

- Contra a carestia;

- Por vacina já para todos;

- Pela extensão do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda;

- Contra a reforma administrativa (PEC 32/2020);

- Em defesa da Agenda Legislativa das Centrais, que está no Congresso Nacional;

- Pelo Fora Bolsonaro;

- Contra às privatizações.

Assessoria de Comunicação

13/06/2021 22:12:56

Objetivo é a transferência para a gestão de bancos e seguradoras de mais de R$ 1 trilhão acumulado pelos 290 fundos de pensão fechados existentes

Sob a gestão do banqueiro Paulo Guedes, o Ministério da Economia vem atuando para esvaziar os fundos de pensão fechados, aqueles patrocinados por empresas privadas, estatais e órgãos públicos para seus empregados. O objetivo é facilitar a transferência, para a gestão de bancos e seguradoras, de mais de R$ 1 trilhão acumulado pelos 290 fundos de pensão fechados existentes. Sessenta e três por cento deste patrimônio pertencem aos fundos patrocinados por empresas estatais e entes públicos.

O negócio é apetitoso. Os bancos cobram uma taxa de administração média de 1,25% ao ano sobre o patrimônio de seus planos de previdência privada, os VGBL e PGBL. A gestão do R$ 1 trilhão dos fundos fechados lhes renderia R$ 12,5 bilhões ao ano, a uma taxa de administração de 1,25%.

A Reforma da Previdência de 2019, proposta por Bolsonaro e aprovada pelo Congresso Nacional, deu um passo decisivo a favor dos bancos. O poderoso lobby do sistema financeiro conseguiu incluir na Constituição Federal a possibilidade de administrar os planos de previdência dos servidores públicos, que tendem a ser os maiores do país em alguns anos. Para concretizar este passo, falta apenas alterar as leis complementares 108 e 109 de 2002, que regem a previdência complementar. É o que está sendo gestado pelo Governo.
As alterações, no entanto, não se restringem aos planos de previdência dos servidores. O governo aproveita para atacar também os planos patrocinados por empresas públicas ou de economia mista – caso da Previ, Funcef, Petros, Postalis e outros, que são os maiores em patrimônio.

Dentre as maldades em ebulição, está a possibilidade de os participantes optarem pelos fundos de pensão existentes ou por outros que sejam oferecidos por bancos aos quais as empresas patrocinadoras tenham aderido. Querem abrir a porteira para os bancos entrarem, em prejuízo dos participantes, que não teriam qualquer interferência na gestão de seu patrimônio, da sua aposentadoria e de seus direitos.

O patrocinador público poderia, ainda, levar o plano de previdência de seus funcionários para uma entidade patrocinada por empresa privada, que não seja obrigada a cumprir a paridade de representação nos órgãos de governança com determina a Lei Complementar 108. Neste caso, a empresa patrocinadora teria a maioria do conselho deliberativo e decidiria tudo conforme os seus interesses, podendo inclusive mudar regulamentos, contribuições e os direitos dos participantes à sua revelia.

Hoje, o que garante algum grau de proteção aos participantes é a gestão paritária conquistada a duras penas em fundos como a Previ e Funcef, onde os trabalhadores elegem a metade da diretoria e dos conselhos deliberativo e fiscal. É esta proteção que o atual governo quer destruir, para facilitar a destruição dos planos de previdência e a transferência de centenas de bilhões de reais para a gestão dos bancos.

Não é só o governo que ataca os direitos dos trabalhadores. A proposta de mudança tem origem no IMK (Iniciativas de Mercado de Capitais), autodenominado grupo de estudo composto por representantes do Governo, da Federação Brasileira dos Bancos, da B3 e de outros interessados no rico patrimônio dos trabalhadores. Infelizmente, entidades representativas de fundos de pensão que se mantêm com recursos dos participantes ativos e aposentados também colaboram com esta inciativa.

O que menos interessa a eles é que os trabalhadores tenham uma aposentadoria digna. E o que mais interessa é que os trabalhadores não participem da gestão de seu patrimônio.

Marcel Barros é vice-presidente da Anapar, foi diretor da Contraf e diretor de Seguridade da Previ.

José Ricardo Sasseron foi presidente da Anapar, diretor do SEEB São Paulo e diretor de Seguridade da Previ

Fonte: Rede Brasil Atual

08/06/2021 20:28:51

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Rua Washington Luiz, 572 - Centro, Cep 90010-460 Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

O novo horário de atendimento é das 10h às 16h15.

Este horário é emergencial, devido a pandemia.

Estamos à disposição dos trabalhadores, caso necessitem de informações ou qualquer outra questão, podem enviar email para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou por telefone, pelo número (51) 3286.9600.

Atenciosamente,

Direção SINTTEL-RS