Um ato realizado pelo SINTTEL-RS e AACRT em frente aos portões da Serede da Anchieta (em Porto Alegre) na manhã desta segunda-feira (03), chamou a atenção dos trabalhadores para os prejuízos com o fatiamento da OI. A divisão da empresa e posterior venda aos “pedaços” vem sendo anunciada há algum tempo, mas agora fica mais perto de ser concretizada, já com ofertas dos possíveis compradores.

Neste cenário, há muitas incertezas, inclusive em relação aos empregos, tanto dos trabalhadores diretos como terceirizados. Nem os aposentados e pensionistas escapam das preocupações, uma vez que a OI é hoje a principal mantenedora do Plano de Previdêcia.

De concreto, afirma o Sindicato, é que haverá demissões no setor, deixando o futuro de todos, inclusive dos trabalhadores da Serede, incerto.  

A entidade também alertou quanto a necessidade de a categoria acompanhar o andamento da negociação e estar preparada se for necessário resistir para manter os empregos e os direitos.

Participaram da atividade o presidente do SINTTEL-RS, Gilnei Azambuja, e os diretores Adolfo, Augusto, Dirceu, Flávio e Ingo.

Assessoria de Comunicação

03/08/2020 14:42:09

O SINTTEL-RS lamenta a perda, nesta sexta-feira (30), do colega e companheiro de lutas, Léo Carlos Altmayer, presidente da Federação dos Trabalhadores Aposentados e Pensionistas do Estado do RS (FETAPERGS). Infelizmente, em função da pandemia, não será possível participar da cerimônia de despedida do colega.

Léo dedicou mais de 20 anos da sua vida ao movimento dos aposentados, pensionistas e idosos e sempre buscou o bem-estar e atender aos interesses da categoria. 'Previdência pública justa e igualitária para todos' era uma frase frequentemente citada por Léo e sempre será lembrada na luta do movimento dos aposentados, pensionistas e idosos.

O SINTTEL-RS se solidariza aos familiares, amigos e companheiros de luta de Léo e reafirma que seus ensinamentos e jeito de ver a vida estarão sempre guiando a caminhada dos aposentados e pensionistas que o conheceram.

Léo, presente!

A operadora de telecomunicações Oi anunciou um acordo de exclusividade com a empresa de infraestrutura Highline Telecomunicações do Brasil para a negociação de sua área de telefonia móvel. Segundo a Oi, a companhia apresentou a melhor “oferta vinculante” para aquisição acima do preço mínimo definido.

O acordo não significa a conclusão da venda, mas um acerto de que a Oi seguirá as tratativas com a Highline. Até então, a telefônica estava avaliando possibilidades de venda com outras companhias do setor, como TIM, Vivo e Claro. O acordo é válido até 3 de agosto, mas pode ser prorrogado.

De acordo com o documento da Oi, o acordo visa “garantir segurança e celeridade às tratativas em curso entre as partes e permitir que, uma vez satisfatoriamente finalizadas as negociações dos documentos entre as partes, a Oi tenha condições de pré-qualificar a Highline para participação no processo competitivo de alienação da UPI [unidade que será vendida], garantindo assim o direito de cobrir outras propostas recebidas no referido processo”, explica o texto.

O anúncio marcou uma mudança na condução da reestruturação da Oi até o momento. A concessionária presta serviços de telecomunicações e explora infraestrutura originada do Sistema Telebrás em 26 Unidades da Federação, com exceção de São Paulo (onde a Telefônica Vivo opera a exploração).

Recuperação judicial

Quarta maior operadora móvel do país, a Oi foi resultado da fusão da Brasil Telecom com a Telemar. Diante de problemas de gestão, pediu recuperação judicial em 2016 e, desde então, tenta equacionar sua situação financeira.

As negociações de suas operações móveis com as demais operadoras – TIM, Vivo e Claro – indicavam que estas dividiriam a participação de mercado da Oi. Com o acordo de exclusividade da Highline, entra em cena uma provedora de infraestrutura a outras firmas, no lugar de uma empresa de serviços móveis ao usuário final.

Se a Highline concluir a aquisição da unidade móvel, uma possibilidade é que as redes da Oi, como estações rádio base e outras infraestruturas, sejam integradas. A Highline ainda não anunciou como será o modelo de exploração da infraestrutura nem quem poderá utilizá-la para fornecer conexão de telefonia celular ao usuário final.

Críticas

A Federação Interestadual dos Trabalhadores e Pesquisadores em Serviços de Telecomunicações (Fitratelp) é contrária ao fatiamento da Oi (venda de diferentes unidades a distintos compradores). Para a entidade, a empresa deveria manter-se como agente econômico que presta serviços em diversas modalidades.

“Como ela ainda está cumprindo recuperação judicial, e se isso precisa ser aprovado por um juiz, vamos votar contra a proposta de fatiamento. Isso não vai favorecer a população, mas é para favorecer os fundos abutre que adquiriram ações da Oi. Será que a Highline vai ter condição de competir com as demais? Ainda não está claro o que seria comprado”, pondera o presidente da entidade, João Moura Neto.

Assessoria de Comunicação

C/Informações de www.bandab.com.br/economia

28/07/2020 15:48:49

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A direção do SINTTEL-RS acompanha atentamente o avanço da pandemia de COVID-19, a doença causada pelo CORONAVÍRUS. Preocupada com os trabalhadores em telecomunicações e, também, com os do Sindicato, decidiu reduzir o horário de trabalho podendo ser reavaliado a qualquer instante, conforme evolução do estado de alerta.

O novo horário é das 10h às 16h15. Este horário é emergencial.

Reafirmamos que estamos à disposição dos trabalhadores e trabalhadoras e orientamos todos que, caso necessitem de informações ou qualquer outra questão, podem enviar email para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou por telefone, pelo número (51) 3286.9600.

Atenciosamente,

Direção SINTTEL-RS