Há 78 anos, no dia 19 de julho, o SINTTEL-RS iniciou sua caminhada de lutas em defesa dos direitos dos trabalhadores telefônicos. Nesta caminhada foram muitos os desafios e os enfrentamentos. Foram grandes mobilizações, greves e lutas que construíram a história de vitórias da categoria. E agora, quando comemoramos esta data, queremos dizer aos trabalhadores e trabalhadoras, que esta história só foi possível com a participação de cada um e de cada uma.

Neste dia, também comemoramos 7 anos do Instituto Avançar, o irmão mais novo do Sindicato, voltado para a qualidade de vida e formação profissional dos trabalhadores telefônicos aposentados e da ativa.

Por isso, neste dia, parabenizamos a todos. Às direções que estiveram à frente das entidades e aos trabalhadores telefônicos, que tornaram possível esta história. Que nossa caminhada continue!

SINTTEL-RS

 

Dirigentes do SINTTEL-RS participaram, no dia 12 de julho, da palestra sobre Segurança do Trabalho, com o SESMT da Serede, em São Leopoldo.

Durante a atividade, além de abordar o tema da segurança, os dirigentes também conversaram com os trabalhadores sobre o sindicato, sua atuação, a importância e as vantagens da sindicalização. Ao final, foram realizadas novas sindicalizações

Para os dirigentes, estes encontros são fundamentais. Questões relacionadas à saúde e segurança dos trabalhadores telefônicos sempre esteve entre as prioridades do Sindicato. Não por acaso, nas negociações coletivas, para além da questão salarial, este tem sido um tema tratado como da maior importância.

Os números atestam essa necessidade. O Brasil é um dos campeões mundias em acidentes do Trabalho. Não por acaso, o Sindicato tem alertado quanto ao desmonte das regras de segurança no trabalho que vem sendo aunciado pelo governo Bolsonaro, que já prometeu a redução em até 90% das normas que garantem proteção e segurança do trabalho, um anúncio que está preocupando os sindicatos e até os fiscais do Ministério Público do Trabalho (MPT). Sem as normas, o risco de os acidentes e doenças ocupacionais aumentarem ainda mais é muito maior.

A vida não se negocia

Atualmente, no Brasil, quase três mil trabalhadores perdem a vida em consequência de acidentes de trabalho, mais de 14 mil são afastados por lesões incapacitantes e mais de 700 mil têm doenças laborais, por ano, segundo dados oficiais da Previdência Social. E os números não levam em conta os milhões de trabalhadores que estão na informalidade.

Agora Bolsonaro quer rever 36 Normas Regulamentadoras (NRs) de segurança e saúde no trabalho, aliviando a responsabilidade das empresas, mas matando mais trabalhadores.

O SINTTEL-RS lembra que saúde e segurança é um direito do trabalhador e não pode ser negociado, porque a vida não se negocia. Esta é uma luta tanto dos sindicatos, como dos trabalhadores.

Esta medida, somada a precarização imposta pela reforma trabalhista de 2017 e com a reforma da previdência, que acaba com o suporte ao trabalhador em caso de afastamento por doença e/ou acidente,  buscada pelo governo, jogará o trabalhador numa situação de miséria e desamparo sem precedentes.

Assessoria de Comunicação

18/07/2019 10:17:44

O SINTTEL-RS esteve, no último dia 16 de julho, participando, em conjunto com a AACRT, de uma atividade de confraternização com os aposentados da região de Pelotas, Rio Grande e Bagé. Durante o encontro, foram debatidos temas relativos a Fundação, ao recadastramento, a reforma da previdência, entre outros. Também foi uma oportunidade de tirar dúvdas e fazer questionamentos sobre as atividades e ações do Sindicato. As entidades evidenciaram que entre as principais preocupações dos aposentados estão as relacionadas aos planos de saúde e sua aposentadoria na Fundação. 

Diretores do Sindicato e da Associação esclareceram estas questões e falaram sobre as frentes de lutas  e encaminhamentos do grupo de trabalho GINP, parceria entre s entidades na defesa dos direitos dos aposentados, sindicalizados e associados das entidades representativas. 

Também foi destacado a necessidade de cada associado ou sindicalizado priorizar a manutenção de sua mensalidade em dia, manter seu plano de saúde em dia e a necessidade de fazer o seu recadastramento, diante da posição da Fundação em NÃO MAIS FAZER os descontos no contra cheque da Fundação.

Reiteraram que, sem sindicalizados ou associados, a luta em defesa dos direitos dos aposentados, ativos e pensionistas, não tem sustentação, e portanto, é caminhar em direção a grandes dificuldades e precarização.

Durante o encontro, os dirigentes também apresentaram as vantagens com a carteirinha do Sindicato e a parceria com a MasterClin, e realizaram novas sindicalizações. Foram feitas cinco novas sindicalizações e realizados 10 recadastramentos.

Na oportunidade, também foram eleitas as representantes sindicais para Pelotas. Forma escolhidas as colegas Cheila Paiva, como titular, e Sheila Ferreia, como suplente.

Representantes em Pelotas

Para o Sindicato, o encontro com os aposentados é uma atividade que tem que ser cada vez mais valorizada, tanto pela questão organizativa, já que os encontros são uma forma de estar perto deste segmento da categoria, como pela valiosa experiência que eles podem acrescentar à gestão da entidade. Os encontros terão continuidade em outras cidades. ferreia, como suplente.

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Assessoria de Comunicação

18/07/2019 09:53:24

Compra de votos com emendas no valor de R$ 1,13 bilhão, isenção fiscal para igrejas e ruralistas e negociação de cargos para apadrinhados,  garantiram votos que Bolsonaro precisava para aprovar a reforma que acaba com a aposentadoria dos brasileiros. Bolsonaro repete a velha política do “toma lá, dá cá” (o governo compra e os deputados se vendem), para garantir os 308 dos votos necessários em plenário.

Por 379 votos a favor e 131 contra, os deputados aprovaram dia 10, no plenário da Câmara, o texto base para a reforma da previdência. A proposta, apresentada pelo governo Bolsonaro, praticamente acaba com o direito a aposentadoria . Agora o projeto vai à votação em segundo turno e depois segue para o Senado. 

O texto aprovado mantém as idades mínimas para aposentadoria, com 65 anos para homens e 62, para mulheres. Também altera o cálculo do valor da aposentadoria a ser recebida: o piso do benefício será de 60% da média de todas as contribuições feitas pelo trabalhador. Para se aposentar com o valor integral, será preciso ter acumulado 40 anos de contribuições.

Partidos da opsição, que votaram contra a reforma, devem recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a liberação de R$ 1 bilhão em emendas aos parlamentares. “(Estão) Usando emendas parlamentares do orçamento público, ou seja, o seu dinheiro (do povo), para tirar de 23 milhões de brasileiros o direito de se aposentar”, informou o líder do PT, um dos partidos, junto com o PSol que devem recorrer ao STF.

Segundo a oposição, além do dinheiro em emendas, houve “negociação” também de cargos para apadrinhados dos deputados e isenção fiscal para ruralistas e igrejas, que fizeram parte das “tratativas” com os deputados da base do governo para aprovar a reforma contra os trabalhadores.

Luta continua

Para a Central Única dos Trabalhadores (CUT) apesar da votação, ainda há um longo caminho ate a proposta ser definitavamente aprovada. A luta agora é no Senado. É importante convencer pelo menos 81 senadores a dizer não a reforma da previdência.

A CUT também está denuciando que a aprovação da reforma está custando caro aos brasileiros. Segundo a ONG Contas Abertas, o governo Bolsonaro distribuiu muito dinheiro dos cofres públicos para garantir os votos favoráveis. Somente em julho e às vésperas da votação, o governo liberou mais de R$ 2,5 bilhões em emendas parlamentares distribuídas para beneficiar os deputados aliados. O presidente também gastou R$ 40 milhões em propaganda enganosa e maciça veiculada nos horários nobres de rádio e televisão para convencer a população de que essa proposta é necessária para “promover justiça social, ampliar a capacidade de investimento e gerar empregos”, o que é mentira.

Basta lembrar da reforma trabalhista. O governo dizia que era para gerar emprego e um ano depois, o que estamos vendo é mais de 13 milhões de desempregados, mais de 26 milhões de desalentados e o aumento da informalidade, da precarização do emprego, a redução da renda e o País em crise, estagnado. O mesmo acontecerá com essa reforma da previdência.

Dar o troco

É importante que os trabalhadores marquem na paleta os deputados e os partidos que votarama favor da reforma da previdência. Nas eleições de 2020 para as prefeituras, é importante que estes partidos não se elejam para prefeituras e nem como vereadores e, na próxima eleição para deputados estaduais e federais, também não se reelejam.

Deputados que vontaram contra os trabalhadores

O texto-base da reforma da Previdência contou com 22 votos favoráveis de parlamentares gaúchos e apenas sete contrários. Entre os gaúchos, apenas as bancadas do PT e do PSOL votaram fechadas contra a proposta do governo Bolsonaro. PSB e PDT deram um voto a favor, sendo que ambos haviam fechado questão em nível nacional contra a reforma. Os demais partidos – PSL, MDB, PP, PSDB, PL, PTB, DEM, Novo, PRB e PSD - votaram integralmente a favor dessa reforma. Nenhum trabalhador e nenhuma trabalhadora votou pelo fim da sua aposentadoria. Por isso é importante marcar estes deputados e seus partidos e denunciá-los junto às suas bases eleitorais nos municípios, porque eles não representam o povo gaúcho.

Veja como votou cada deputado e deputada do Rio Grande do Sul.

SIM à reforma da Previdência

Afonso Hamm (PP)
Alceu Moreira (MDB)
Bibo Nunes (PSL)
Carlos Gomes (PRB)
Daniel Trzeciak (PSDB)
Danrlei de Deus (PSD)
Darcisio Perondi (MDB)
Giovani Cherini (PL)
Giovani Feltes (MDB)
Jerônimo Goergen (PP)
Liziane Bayer (PSB)
Lucas Redecker (PSDB)
Márcio Biolchi (MDB)
Maurício Dziedricki (PTB)
Marcel Van Hattem (Novo)
Marcelo Moraes (PTB)
Marlon Santos (PDT)
Nereu Crispim (PSL)
Onyx Lorenzoni (DEM)
Pedro Westphalen (PP)
Ronaldo Santini (PTB)
Ubiratan Sanderson (PSL)

NÃO à reforma da Previdência

Afonso Motta (PDT)
Bohn Gass (PT)
Fernanda Melchionna (PSOL)
Heitor Schuch (PSB)
Henrique Fontana (PT)
Marcon (PT)
Maria do Rosário (PT)
Paulo Pimenta (PT)
Pompeo de Mattos (PDT)

Assessoria de Comunicação

11/07/2019 11:28:18

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