TRABALHADORAS/AS SÃO A FORÇA POR TRÁS DO VALOR RECORDE DAS MARCAS CLARO E VIVO

A imprensa especializada trouxe nesta semana uma notícia que confirma a pujança do setor de telecomunicações no Brasil. Segundo o ranking BrandZ 2026, da consultoria Kantar, a Claro e a Vivo figuraram entre as cinco marcas mais valiosas do país. A Claro conquistou a terceira posição, avaliada em US$ 7,421 bilhões, enquanto a Vivo assegurou o quinto lugar, com valor estimado em US$ 5,7 bilhões. O levantamento destaca ainda que o setor registrou um expressivo crescimento de até 59% em seu valor de mercado no período analisado.

Os números operacionais corroboram essa hegemonia. A Claro lidera como a maior operadora de banda larga do país, com mais de 10 milhões de acessos em junho de 2026, além de 92,2 milhões de linhas móveis ativas, receita líquida de R$ 26,8 bilhões e lucro de R$ 2,4 bilhões.  A Vivo, por sua vez, é a gigante da telefonia móvel, com 105,13 milhões de acessos ativos, ocupa a segunda posição na banda larga (8,4 milhões de acessos, quase 15% do mercado) e acumula receita líquida de R$ 31,2 bilhões e lucro de R$ 2,8 bilhões.

O estudo da Kantar avalia relevância, diferenciais competitivos e presença na decisão de compra do consumidor. Mas há um fator que nenhum ranking financeiro consegue mensurar, mas que é o verdadeiro alicerce de todo esse sucesso: o trabalho diário, qualificado e dedicado de cada trabalhador e trabalhadora da Claro e da Vivo.

São esses profissionais da linha de frente, da manutenção, das centrais de atendimento e das equipes técnicas, que constroem, dia após dia, a confiança do consumidor e garantem a fluidez dos serviços que tornaram essas marcas gigantescas. Sem a mão de obra especializada, o compromisso com a solução de problemas e a resiliência enfrentada no dia a dia, esses bilhões em valor de mercado simplesmente não existiriam.

É O TRABALHO DE VOCÊS QUE SUSTENTA ESSE SUCESSO!

No entanto, os recordes financeiros contrastam duramente com a realidade vivida nos postos de trabalho. Se os lucros são bilionários e o valor das marcas dispara, por que os reajustes nas campanhas salariais historicamente ficam aquém desses resultados? Por que as questões de segurança, os impactos das terceirizações e a qualidade dos benefícios ainda são alvos de tanta luta? Fora a terceirização/pejotização e descompromisso com estes trabalhadores.

A valorização que essas empresas recebem do mercado deveria ser espelhada na valorização de seus funcionários. Não é justo nem aceitável que o protagonismo trabalhista seja ignorado enquanto os balanços financeiros batem recordes.

Por isso, mais do que nunca, é preciso reafirmar que o verdadeiro valor dessas marcas está na força de cada trabalhador e cada trabalhadora. E esse valor precisa ser reconhecido com respeito, direitos e remuneração justa!

Assessoria de Comunicação

28/08/2026 13:36:08

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