A batalha pelo reconhecimento do adicional de periculosidade para os trabalhadores da Claro S/A deu mais um passo importante. No dia 17 de abril de 2026, foi realizada a audiência do processo movido pelo SINTTEL-RS em defesa dos trabalhadores que atuam como Técnico IAT, Técnico de Campo, Técnico AT Empresarial e Técnico de Rede Fixa.
Durante a audiência, foram ouvidas testemunhas que reforçaram a realidade enfrentada no dia a dia da categoria — atividades com exposição a riscos, muitas vezes sem o devido reconhecimento por parte da empresa. Segundo a vice-presidente do Sindicato, Adriana Moraes, trata-se de uma luta legítima. “Quem trabalha em condições perigosas tem direito ao adicional, e esse direito não pode ser negado”, pontuou ela.
Ao final da audiência, o juiz abriu prazo para que as partes apresentem suas razões finais até o dia 19 de maio de 2026. Depois disso, o processo seguirá para sentença, encerrando a primeira instância. Caso necessário, ainda caberá recurso ao Tribunal Regional do Trabalho.
LUTA COLETIVA FAZ A DIFERENÇA
Esse processo não é apenas jurídico — é fruto da organização e da mobilização da categoria junto ao sindicato. Cada avanço é resultado da pressão coletiva, da denúncia e da resistência dos trabalhadores e trabalhadoras.
A categoria precisa seguir atenta e mobilizada. É fundamental fortalecer o sindicato e acompanhar de perto cada etapa desse processo. Direitos são conquistados na luta – quer na mesa de negociação, nas ruas ou no campo jurídico.
O SINTTEL-RS seguirá acompanhando o andamento da ação e cobrando justiça para todos os trabalhadores da Claro expostos a condições de risco.
Assessoria de Comunicação
19/04/2026 19:01:24