O SINTTEL-RS participou, no dia 16 de maio, do Encontro dos Aposentados da AACRT de Canoas organizado pelo Delegado Roque e sua equipe em homenagem aos Dia das Mães. A confraternização contou com a participação de mais de 90 pessoas.   

Na ocasião os Diretores do Sindicato parabenizaram as mamães aposentadas presentes, e aproveitou a oportunidade para passar informações importantes sobre a Fundação e a Incorporação do plano BrTPREV, pelo TCSPREV, sobre o problema que o cancelamento dos descontos no contracheque dos aposentados, aposentadas e pensionistas por determinação da Fundação tem provocado, causando sérios transtornos para os próprio aposentados e por consequência impactando prejuízos financeiros para o SINTTEL-RS e AACRT.

Também, foram entregues as carteirinhas dos convênios do Sindicato e feito o recadastramento para manter os aposentados sindicalizados e em dia com suas mensalidades e planos de saúde.

Por fim foram eleitos como representantes Sindicais dos Aposentados de Canoas e Região, os companheiros, Claúdio e Pauleto. 

Confira fotos do evento

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Assessoria de Comunicação

19/05/2019 23:12:46

Manifestações, que levaram às ruas do Brasil mais de um milhão de pessoas, denunciaram desmonte na educação, na previdência, nas empresa estatais e nos direitos da população

Dezenas de milhares de pessoas entre estudantes, professores, funcionários de escolas e representantes de inúmeras categorias tomaram as ruas do Brasil na quarta-feira (15), contra os cortes que o governo de Jair Bolsonaro (PSL) aplicou nas universidades e institutos federais em todo o país. Nas faixas, cartazes e palavras de ordem, os manifestantes também denunciaram o desmonte que vem sendo promovido pelo governo na previdência pública, no meio ambiente, nas empresas estatais e em outras áreas.

Em Porto Alegre as atividades começaram pela manhã e se prolongaram até à noite. O SINTTEL-RS participou das manifestações, representando os trabalhadores telefônicos, também duramente atingidos pelas medidas do governo. No RS, e em pelo menos 70 cidades gapuchas, houveram grandes manifestações. Enquanto caminhavam, carros que passavam nas ruas buzinavam e pessoas nos prédios se manifestavam em apoio ao movimento.

O dia de luta em defesa da educação reuniu diversos segmentos sociais e foi marcada ela pluralidade. Os estudantes tambem ironizaram a fala de  Bolsonaro que chamou os manifestantes de “idiotas úteis que não safiam a fórmula da água”. Um dos tantos cartazes levados às ruas dizia: “Fórmula da água = H20 Fórmula da ignorância = B17” – numa referencia ao número do candidato do PSL durante a campanha eleitoral de 2018. Outra dizia que “sem educação, já basta o presidente”, também numa referência a postura de Bolonaro em diversas situações, caracterizada pela falta de decoro e educação.

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Aquecimento para a greve geral do dia 14

As mobilizações do dia 15 de maio foram um aquecimento para a nova paralisação que está marcada para o dia 14 de junho, contra a reforma da previdência. Durante as falas, diversas lideranças afirmaram que as mobilizações vão continuar para fortalecer ainda mais a greve geral marcada pelas centrais sindicais e movimentos sociais para o dia 14 de junho, contra a reforma da previdência, em defesa da educaçao e contra os ataques do governo Bolsonaro aos direitos trabalhistas, ambientais e sociais e desmonte das empresas públicas.

Dois pontos se repetiram na maioria das falas desta quarta-feira: a necessidade de uma ampla unidade entre todos os setores da população atingidos pelas políticas do governo Bolsonaro e, em especial, uma unidade entre estudantes e trabalhadores para construir a greve geral marcada para o dia 14 de junho.

Essas palavras de ordem traduziram uma das principais sínteses políticas do dia, repetindo uma aliança bem conhecida em outros momentos da história do Brasil: estudantes e trabalhadores ocupando as ruas com uma pauta unificada contra os ataques do governo Bolsonaro.

VEJA FOTOS DA MANIFESTAÇÃO DO DIA 15/05

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Assessoria de Comunicação

C/Informações e fotos do Sul21

16/05/2019 11:23:28

Uma nota técnica do Ministério Público do Trabalho (MPT) dá conta que  a Medida Provisória (MP) 873, que proibe as empresas de descontarem as contribuições sindicais em folha de pagamento, fere a Constituição e configura "grave e vedada interferência e intervenção do Estado na organização sindical".

Segundo a nota , divulgada dia 14 pela Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade Sindical (Conalis), a MP "impede que os sindicatos estabeleçam livremente em seus estatutos, ou negociem e regulem formas de financiamento e de desconto em acordos e convenções coletivas de trabalho".

A MP 873 foi editada pelo governo Bolsonaro em 1º de março, sexta-feira de carnaval. Com a mudança, considerada pelo movimento sindical uma tentativa de "asfixiar" financeiramente as entidades, as contribuições, além de autorização prévia, individual e por escrito, não podem ser descontadas via folha de pagamento, mas por boleto. Desde então, vários sindicatos recorreram à Justiça e têm conseguido decisões favoráveis.

De acordo com a Nota, a medida traz "diversas restrições às fontes de custeio dos sindicatos, causa embaraço à liberdade sindical e ao próprio sustento dos sindicatos de trabalhadores, a quem cabe a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais de toda a categoria, sendo obrigatória a sua participação nas negociações coletivas de trabalho".

A nota alertam, ainda, que a negociação coletiva e a liberdade sindical integram os quatro princípios da Declaração da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre os Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho. São itens básicos para a consolidação do conceito de trabalho decente. Afirmam que "os trabalhadores abrangidos pela negociação coletiva devem participar do financiamento desse processo, sob pena de inviabilizar e fragilizar a atuação sindical, bem como desincentivar novas filiações".

Para os técnicos do MPT, a regra imposta do boleto bancário "tem o potencial de inviabilizar a atuação sindical",fragilizando o sistema de financiamento das entidades, "cuja missão é coletiva e não individual". E também contraria a Constituição, que no artigo 8º autoriza o desconto em folha.

A nota conclui que a MP "não pode prevalecer ante a sua flagrante inconstitucionalidade e inconvencionalidade".

Enquanto isso, a MP 873 segue empacada no Congresso. Uma reunião da comissão mista responsável por apreciar a medida, marcada para o di 14 de maio, foi adiada.

Assessoria de Comunicação

C/Informações da Rede Brasil Atual

16/05/2019 10:14:46

Os dirigentes do SINTTEL-RS seguem garantindo novas sindicalizações nas empresas cujos trabalhadores são representados pela entidade.

O companheiro Israel (Tio Iza), por exemplo, esteve no dia 7, na base da empresa CETP, terceirizada da operadora Vivo, na Zona Norte – ITU/POA, onde realizou a entregua do jornal O Parceiro, do Sindicato, bem como o boletim chamando para a assembleia sobre a pauta do ACT 2018/2020, que tratou das cláusulas econômicas, entregou a carteirinha de sindicalizados para usar os convênios da MasterClin e realizou quatro novas sindicalizações.

Na parte da manhã foram feitos encontros nos portões da empresa e no ponto de encontro no Itu e na parte da tarde, o Sindicato participou da Semana Interna de Prevenção de Acidentes (SIPAT), onde falou sobre as NRs 05, 10, 33, 35, CAT, adoecimento ocupacional, atestados médicos, entre outras questões envolvendo o tema da saúde e segurança no ambiente de trabalho.

Os dirigentes também coletaram assinaturas dos trabalhadores nos abaixo-assinados das centrais sindicais contra a reforma da previdência e debateram os prejuízos desta proposta do governo Bolsonaro para todos os trabalhadores, da ativa, aposentados, jovens, em vias de se aposentar, homens, mulheres, enfim, o quanto é ruim para todo mundo.

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Serede

Nessa semana, os dirigentes do SINTTEL-RS, em conjunto com o dirigente Diogo, diretor de base na localidade, também estiveram na base da Serede, em Canoas, onde foram feitas novas sindicalizações e entregues o jornal O Parceiro e o boletim da Serede, dando conta das negociações e chamando os trabalhadores à mobilização.

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Assessoria de Comunicação

08/05/2019 11:38:14

Rua Washington Luiz, 572 - Centro, Cep 90010-460 Porto Alegre, Rio Grande do Sul.