O SINTTEL-RS participa na sexta-feira, dia 19 de outubro, do Seminário “O fim da previdência social e as consequências na vida dos trabalhadores”. O evento é organizado pelo Fórum Sindical de Saúde do Trabalhador (FSST).
A atividade será realizada na sede do SINDIPOLO (avenida Júlio de Castilhos, 596, 8º andar, centro), em Porto Alegre, a partir das 9 horas.
Assessoria de Comunicação


A nação brasileira está numa encruzilhada. Nesta eleição presidencial a população vai escolher entre o caminho da obscuridade, do retrocesso e dos ataques aos trabalhadores ou a vereda da civilização e do respeito aos direitos dos cidadãos. A escolha do caminho vai determinar o futuro da previdência pública e complementar.
35 milhões de brasileiros idosos ou incapacitados para o trabalho recebem benefícios mensais da seguridade social. A política de valorização do salário mínimo, piso previdenciário, melhorou a vida de dezenas de milhões de pessoas e precisa ser mantida.
A seguridade social brasileira é sustentável. Seu equilíbrio está ameaçado pela revogação de direitos trabalhistas aprovada no atual governo e pelo aumento do trabalho informal, que reduzem o número de trabalhadores contribuintes para a previdência. A solução é revogar a reforma trabalhista para não comprometer o futuro da previdência social.
Refutamos as propostas de reforma da previdência que ferem direitos dos trabalhadores, reduzem benefícios e impedem a aposentadoria de milhões de brasileiros pela implantação de idade mínima superior à expectativa de vida da população mais carente.
Rejeitamos, também, as propostas de capitalização da previdência social. Estas medidas já foram implantadas em muitos países da América Latina e o resultado foi a exclusão da maioria dos trabalhadores do sistema, obrigando-os a trabalhar até o fim da vida. A contribuição patronal foi abolida e a maioria dos trabalhadores não consegue poupar o suficiente para se aposentar, aumentando a miséria e a exclusão social.
O futuro da previdência complementar também está ameaçado. O crescimento dos fundos de pensão depende da melhoria do nível de renda da população, que só vai aumentar se a atividade econômica for incrementada, gerando mais empregos e valorizando o salário dos trabalhadores. Candidaturas que defendem cortes de direitos, redução de investimentos públicos em infraestrutura e programas sociais só vão deteriorar ainda mais as perspectivas da economia e da valorização do trabalho.
É preciso rever a legislação para melhorar as regras de governança e aumentar a representação dos trabalhadores na gestão das entidades de previdência. E rever as normas infralegais para proteger os direitos dos participantes e preservar o contrato previdenciário espelhado nos estatutos e regulamentos dos planos de benefícios.
A candidatura presidencial que tem maior afinidade com estas nossas preocupações é a de Haddad e Manuela, que merece nosso apoio.
De outro lado, a candidatura que ataca de maneira mais explícita os direitos sociais e trabalhistas, prega a intolerância e não respeita os princípios democráticos é a de Jair Bolsonaro.
Pedimos a reflexão de todos e a escolha consciente para definir o futuro da nação.
Antônio Bráulio de Carvalho – Funcef
Claudia Muinho Ricaldoni – Forluz
José Ricardo Sasseron - Previ


O Ministério Público do Trabalho (MPT) emitiu uma nota para alertar eleitores de que é proibida a imposição, a coação ou o direcionamento, por parte das empresas, nas escolhas políticas dos trabalhadores. O comunicado também tem como destinatários todos os empresários que, visando a beneficiar quaisquer candidatos ou partidos, pratiquem a conduta ilegal.
Essa irregularidade trabalhista pode caracterizar discriminação em razão de orientação política e ser alvo de investigação e ação civil pública por parte do MPT. A prática — interferência por parte do empregador sobre o voto de seus empregados — ainda pode configurar assédio moral, de acordo com o procurador-geral do trabalho, Ronaldo Curado Fleury.
— Se ficar comprovado que empresas estão, de alguma forma, sugestionando os trabalhadores a votar em determinado candidato ou mesmo condicionando a manutenção dos empregos ao voto em determinado candidato, essa empresa vai estar sujeita a uma ação civil pública, inclusive com repercussões no sentido de indenização pelo dano moral causado àquela coletividade — explicou o procurador.
Qualquer desrespeito à liberdade do cidadão-trabalhador no processo eleitoral, no ambiente de trabalho, pode ser denunciado ao Sindicato ou diretamente ao Ministério Público do Trabalho por meio do site www.mpt.mp.br.
Assessoria de Comunicação
C/Informações do MPT


Cada vez mais trabalhadores sindicalizados estão recebendo e já usufruindo das vantagens do Cartão de Desconto SINTTEL-RS. Os descontos podem ser utilizados em milhares de estabelecimentos conveniados através da Parceria com a Master Clin, no país todo, e que vão de farmácia, oficinas, restaurantes, óticas, seguros e instituições de ensino, com descontos que, em alguns casos, chegam a 50%.
Os descontos ultrapassam em muito o valor da mensalidade paga ao Sindicato e também podem ser utilizados por dependentes dos associados.
No final da semana passada foram entregues os cartões para os trabalhadores da empresa Sinos, onde também foram feitas 15 novas sindicalizações e para os trabalhadores da Serede em Taquara.
Já no início desta semana além da entrega do Cartão, também foi entregue ao diretor Losekan, pelo dirigente sindical de base de Canoas Evandro Flores, nova ficha de filiação de trabalhador da Telefonica Vivo, fortalecendo a campanha de recadastramento e filiação que vem sendo desenvolvida pela entidade.
Sindicalize-se, ajude a fortalecer a luta da categoria telefônica e a defesa dos seus direitos e ainda tenha vantagens com o Cartão de Desconto do Sindicato.
Assessoria de Comunicação

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