Governo recua e reajusta o valor do salário mínimo pela inflação

Depois da vergonha nacional provocada pelo anúncio do reajuste do salário mínimo abaixo da inflação, o governo recuou e readequou o reajuste para os 4,48% de inflação medidos pelo INPC/IBGE. Com a alteração, o valor que havia passado de R$ 998,00 para R$ 1.039,00 (4,11% de reajuste) ficará, agora, em R$ 1.045,00.

Mesmo com o reconhecimento da inflação medida pelo IBGE para reajustar o salário mínimo, o  governo ainda tira do bolso do trabalhador cerca de R$ 300 por ano ao interromper a política de valorização do salário mínimo que previa também aumentos reais (acima da inflação).

Se fosse seguida a lei que regulava os aumentos do mínimo, iniciada na década passada e renovada em 2015 ainda durante o governo Dilma, o aumento real para 2020 seria em torno de 1,3% (equivalente à variação do PIB de 2018).

De acordo com o Dieese, pelo menos 48 milhões de trabalhadores têm a remuneração referenciada no salário mínimo. Com a descontinuação do aumento real, a perda da massa salarial pode chegar a R$ 14 bilhões por ano. E os impactos serão negativos tanto para os trabalhadores, em seu poder de compra, como para a própria economia, que perde em dinamismo.

Abrir mão desta política, segundo o Dieese, ao alterar a lei que regulava o reajuste do salário mínimo com aumento real, Bolsonaro abre mão de um instrumento poderoso para possibilitar a recuperação da economia.

Assessoria de Comunicação

14/01/2020 20:46:16

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